Nei Vilares - Visão Política
 

O prefeito Humberto Santa Cruz compareceu à IV Cavalgada do Assentamento Rio de Ondas, realizada neste domingo, 14. Na Vila I, local da concentração, montado no cavalo, participou da abertura oficial. Na Vila II, saudou os cavaleiros e na Vila III prestigiou o almoço e a chegada dos participantes.

“Só tenho que parabenizar a todos organizadores desse evento pela belíssima festa e dizer podem contar conosco naquilo que for possível atender para as próximas edições”, disse. O empresário Fábio Lauck, um dos patrocinadores da festa, participou de toda cavalgada.

A cavalgada contou com a presença de 300 pessoas e um percurso de 15 km. Após a chegada dos cavaleiros, além do almoço, teve apresentação da dupla Nando e Lucas.

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Dr. Petras Telles, presidente do Clube Pilotos do Oeste de Velocidade na Terra levou o prefeito para conhecer as mudanças na pista.

A CBA entrevistou o prefeito e agradeceu o apoio ao evento, que é referência nacional.

Durante três dias, Luís Eduardo Magalhães foi a capital brasileira de Velocidade na Terra. Entre os dias 12 e 14 de setembro, o totalmente reestruturado circuito Junior Poletto recebeu etapas do Campeonato Brasileiro de Superfórmula, da Copa Bahia de Fórmula Turismo e Copa Bahia de Kart Cross.

Para o prefeito Humberto Santa Cruz que acompanhou as “50 voltas de LEM” da Fórmula Tubular e participou da entrega da premiação. “A estrutura ficou belíssima, todos estão de parabéns, fizemos um esforço muito grande para adequar o autódromo às exigências da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e agora, podemos sem medo de errar, afirmar que durante esses três dias de prova fomos a capital brasileira de Velocidade na Terra”, comentou.

Pelo trabalho e apoio ao esporte na cidade, o prefeito Humberto Santa Cruz recebeu das mãos do Dr. Petras Telles, presidente do Clube Pilotos do Oeste de Velocidade na Terra um troféu pelos serviços prestados para o desenvolvimento do esporte na cidade e em toda região oeste. O presidente lembra ainda que Luís Eduardo Magalhães é hoje, possivelmente, a cidade com o maior número de pilotos filiados a CBA com 55 inscritos.

 

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Assentamento Rio de Ondas parou para receber Ondumar Marabá e comitiva

Gavalgada na onda

Cacá Leão viu de perto a força de Ondumar Marabá, a dobradinha deu certo

Fábio Louck e Ondumar Marabá, o povo abraçou essa idéia

A cadeira na Assembleia passa por essa equipe

Cacá com Ondumar no peito

Cacá, Fabio e Marabá, sinônimo de força

Humberto Santa Cruz esteve ao lado de Ondumar no Assentamento Rio de Ondas

Não dá pra negar, a onda é Ondumar

#aondaéondumar

Verinha é Ondumar

A campanhas de Ondumar Marabá, candidato a Deputado Estadual pelo PSC (Partido Social Cristão), mostra a cada dia mais força, e isso nota-se claramente pela quantidade e a intensidade dos eventos que ele tem participado.

No sábado, Ondumar esteve pela manhã e inicio da tarde, visitou o assentamento rio de ondas, depois ele esteve participando de uma reunião com grandes lideranças da juventude de LEM, num descontraído encontro eles discutiram a inclusão da juventude no processo politico, pois hoje com o acesso dos jovens as redes sociais, eles vem a cada dia ganhando um papel de maior destaque no cenário politico do Brasil, neste evento ele saiu ainda mais fortalecido, pois ganhou apoios como o de Vando, Lindomar e Professor Pierre que estão há anos desenvolvendo atividades com jovens.

Incansável, no domingo cedinho ele já esteva na feira municipal do bairro Santa Cruz, logo após, participou juntamente com o empresário Fabio Lauck, o Deputado Estadual e candidato a Deputado Federal pelo PP (Partido Progressista), que destacou o propósito de Ondumar Marabá concorrer a uma cadeira no legislativo estadual: Ondumar representa a nova politica, e será certamente um grande parlamentar, lutando pelos interesses de LEM e região. A tarde, ele participou do Circuito Baiano e Brasileiro de Velocidade na Terra, no autódromo de LEM e fechou o seu movimentado final de semana, visitando a noite algumas congregações evangélicas.

Fonte: ASCOM Ondumar Marabá

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Em entrevista exclusiva à Tribuna, a candidata ao governo baiano pelo PSB, Lídice da Mata, mostrou-se confiante com a reta final da campanha e disse acreditar que a subida da presidenciável Marina Silva ainda pode impactar positivamente na sua avaliação no estado. Enfrentando dificuldades financeiras em sua chapa, Lídice critica a tentativa de desqualificação dos adversários e o abuso do poder econômico para a campanha eleitoral. Ex-prefeita de Salvador e ex-aliada do PT, a postulante afirma que a ideia do Partido dos Trabalhadores ficar 20 a 30 anos no poder é equivocada e não se baseia em ideais democráticos.Sempre apontando a polarização da disputa pelos adversários, Lídice disse que sua candidatura representa uma mudança no cenário político baiano. Ela afirmou também que tanto o DEM como o PT adotam as mesmas práticas, como as negociações de votos e a tentativa de desqualificar e desmoralizar os adversários. Para a socialista, democratas e petistas já não são mais tão opostos assim. Leia a entrevista completa na Tribuna.

Osvaldo Lyra, Tribuna

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Marina tenta afastar o estigma de ser evangélica fervorosa e defende o convívio respeitoso. Ao mesmo tempo, volta a artilharia contra Dilma. Ao responder, a presidente critica a "vitimização" da rival. No Rio, Aécio promete bolsa de um salário mínimo para ajudar estudantes

Marina: "À corrupção da Petrobras, eu ofereço a face da honestidade"

Os temas sensíveis que alimentaram o debate religioso e predominaram no segundo turno da eleição de 2010, caso do aborto e do casamento gay, voltam à baila esta semana com o debate promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) amanhã, em Aparecida (SP). Desta vez, entretanto, todos estão ressabiados e tentam se blindar para não deixar que esses assuntos, ou o fato de professarem uma religião diferente, atrapalhem a campanha. Nesse último caso, quem mais trabalha o discurso é Marina Silva (PSB). Empatada com a presidente candidata Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas, a socialista tenta tirar a pecha de fundamentalista evangélica. Ontem, aproveitou o domingo para citar a questão religiosa. “Hoje, muitos vão à missa. Outros vão ao culto. Aqueles que não creem vão se divertir. Meu compromisso é com o estado laico. Conviver de maneira respeitosa na diferença. Precisamos criar uma cultura de paz e não de ódio”, disse, em Ceilândia, acrescentando que não vai “agredir uma mulher”, referindo-se a Dilma.

Os demais presidenciáveis não têm sentido tanta necessidade de se firmar perante o eleitorado católico. Os tucanos, por exemplo, consideram que o candidato do PSDB, Aécio Neves, que sempre participa de cerimônias religiosas em Minas Gerais, não tem problemas dessa ordem na campanha. Tampouco a presidente Dilma considera ter diferenças a tirar com a Igreja, mesmo depois de ter sido vítima de ataques de segmentos ligados aos católicos na eleição de 2010. Naquela temporada, houve, inclusive, a distribuição de panfletos apócrifos nas proximidades da Basílica de Aparecida, no dia da Padroeira do Brasil, 12 de outubro. Até ontem, Dilma não havia preparado nada específico para anunciar no debate da CNBB, que será transmitido ao vivo, amanhã, a partir das 21h30 por oito emissoras de inspiração católica, 230 rádios e uma infinidade de portais católicos.

Assessores da campanha da presidente consideram que os temas religiosos não dominarão o debate. Em conversas reservadas, eles têm dito que o que está em jogo é um projeto de país — o modelo que está aí e o que será proposto pelos demais. Portanto, os temas se referem mais aos programas sociais, à eficiência dos serviços públicos e à economia. Tudo isso, obviamente, entremeado com o chamado combate à corrupção, em que os adversários de Dilma tentam debitar da conta dela qualquer escândalo que envolva o Poder Executivo federal.

 

Dilma Rousseff: "Não tem coitadinho na Presidência. Quem se sente coitadinho não pode chegar lá"

Petrobras


Ontem, por exemplo, no comício do PSB em Ceilândia, a crise na Petrobras se fez presente. Ao rebater os ataques que tem recebido do PT, Marina entremeou o discurso de oferecer “a outra face” com críticas diretas: “À corrupção da Petrobras, eu ofereço a face da honestidade”, disse ela, ao lado do candidato a governador Rodrigo Rollemberg (PSB), do candidato a senador na chapa, Antonio Reguffe (PDT), e do senador Cristovam Buarque (PDT), que não disputa cargo nesta eleição, mas tem trabalhado em favor dos colegas. “Temos que eleger a bancada da Marina, que não será comprada com mensalão nem recursos da Petrobras.” À tarde, em encontro com lideranças indígenas, Marina disse não ter “posicionamento ideológico contra hidrelétricas”.

“Indignação”


Dilma Rousseff, por sua vez, respondeu às críticas de Marina durante coletiva no Palácio da Alvorada. “Eu não ataco, eu divirjo. Isso faz parte da democracia”, disse a petista, para, em seguida responder à declaração de Marina sobre o “assalto” à Petrobras por 12 anos: “Tive um momento de indignação quando a candidata se referiu ao que foi feito pelo PT na Petrobras em 12 anos. Primeiro, porque ela foi do PT por 27 anos. Dos 12, ela esteve no ministério ou na bancada do partido em oito. (...) Houve um ataque que não acho que foi um ataque político. Não tenho nenhum problema em discutir o que está no programa da candidata. Não cabe à gente se vitimizar. Enquanto o debate for político e não disser respeito à honra e a características pessoais de ninguém, que se dê o debate e falem de projetos, que é da democracia”, disse Dilma. Quanto às declarações de Marina de que os adversários só a atacam, a petista respondeu que quem quer ser presidente tem que saber aguentar “críticas e pressão”. “Não tem coitadinho na Presidência. Quem se sente coitadinho não pode chegar lá”, afirmou.

A presidente convocou a coletiva para dizer que abrirá uma segunda fase do Ciências sem Fronteiras, com a oferta de mais 100 mil bolsas. Segundo ela, 86,1 mil pessoas já foram contempladas com o programa. E, no novo edital de seleção, aberto até o dia 29, já se inscreveram 60 mil pessoas, para disputar 14,9 mil bolsas. Por isso, segundo ela, quem não for contemplado agora terá nova chance com a segunda fase.

Aécio Neves: "Nós temos que levar políticas de geração de renda e de qualificação para as pessoas"

Programa tucano


O candidato do PSDB, Aécio Neves, também aproveitou o domingo para anunciar uma nova bolsa a estudantes durante visita à Central Única das Favelas (Cufa), em Madureira, Zona Norte do Rio. Acompanhado do ex-jogador de futebol Ronaldo Fenômeno — os dois chegaram a arriscar alguns passos de capoeira e de dança funk —, o candidato prometeu pagar um benefício no valor de um salário mínimo por mês para garantir a conclusão dos estudos a jovens brasileiros entre 18 e 29 anos que não completaram o ensino fundamental ou o médio. “Eu vou pagar uma bolsa de um salário mínimo para resgatar os 20 milhões de jovens que não concluíram esse ensino. Eles vão completar o fundamental. Os que quiserem vão concluir o ensino médio e a gente vai qualificá-los no curso técnico, que tem a ver com as oportunidades do mercado.”

Segundo o presidenciável, ao fim de cada ano de ensino, os alunos receberão o recurso da bolsa em uma conta pessoal, podendo retirá-lo no término do curso, desde que tenha tido assiduidade e bom comportamento. O candidato defendeu ainda a implantação de políticas de qualificação profissional e geração de renda nos aglomerados e favelas. “Nós temos que levar políticas de geração de renda e de qualificação para as pessoas onde elas moram. Existe um conjunto de ações que estamos propondo que, além da qualificação, é permitir a oferta de crédito, a construção de hospitais nos grandes aglomerados brasileiros e escolas de qualidade. Não adianta a gente criar uma expectativa para esses jovens se não dermos condições”, disse. Segundo Aécio, qualificação e geração de renda são duas das principais propostas do PSDB para as favelas e para os aglomerados brasileiros.

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Cerca de 20 milhões de brasileiros seriam beneficiados com o programa

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, prometeu hoje (14), no Rio de Janeiro, que pagará uma bolsa no valor de um salário mínimo por mês para garantir a conclusão dos estudos aos cerca de 20 milhões de jovens brasileiros entre 18 e 29 anos que não completaram o ensino fundamental ou o médio. “Eu vou pagar uma bolsa de um salário mínimo para resgatar esses 20 milhões de jovens que não concluíram esse ensino. Eles vão concluir o fundamental e os que quiserem vão concluir o ensino médio e a gente vai qualificar esses caras no curso técnico, que tem a ver com as oportunidades do mercado”.

Aécio pretende usar a experiência de Minas Gerais na educação para a sua gestão na Presidência da República, caso seja eleito. A medida adotada em Minas, que estabelecia o depósito de uma quantia no final do ano para cada aluno do ensino médio que, entretanto, só podia ser sacada se comprovada frequência e ficha limpa, reduziu em mais de 50% a evasão escolar. “A gente quer levar isso para o Brasil inteiro”.

Acompanhado do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Ronaldo Fenômeno, o ex-governador de Minas Gerais participou do lançamento oficial do livro Um País Chamado Favela, que reúne a mais ampla pesquisa já efetuada sobre as favelas brasileiras. O exemplar foi entregue pelos autores Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas (Cufa), e pelo presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles.

“Segurança pública é muito importante”, disse o candidato do PSDB, referindo-se às unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), “mas tem que levar serviços, emprego, qualificação às pessoas para não ficar no meio do caminho”. Aécio Neves disse que o livro sobre as favelas é um roteiro que vai fazer a sociedade e os governantes compreenderem o que se passa nesses locais, ”a partir de uma visão de dentro para fora. Saber o que as pessoas [das favelas] pensam, sentem, acham o que aconteceu de bom e o que precisa ainda acontecer”.

Aécio ressaltou que o livro mostra a opinião da maioria dos habitantes de favelas do país de que não foi nenhum governo que fez a vida do povo melhorar “nesta ou naquela região". "Nós sabemos, na verdade, que quem melhora a vida de cada um é quem acorda cedo, quem rala, que chacoalha em um transporte de péssima qualidade, estuda e trabalha para encontrar um lugar na vida”, disse o candidato do PSDB. O Estado, frisou, deve ser um parceiro do cidadão no sentido de fazer o país crescer e trazer boas condições de vida para seu povo.

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"Independência é uma coisa, autonomia é outra. Independência é poder", afirmou a presidente durante coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada

A candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) reafirmou hoje (14), em coletiva à imprensa, que é contra a independência do Banco Central e que isso tornaria a órgão um "quarto poder", como o Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Independência é uma coisa, autonomia é outra. Independência é poder. Isso vai soar muito agressivo no ouvido de todo mundo que defende independência. E aí, o quarto poder não pode ser os bancos”.

Dilma iniciou a coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada falando sobre o Programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal. Até o final de setembro, 86 mil estudantes receberão bolsas. Mais 14 mil vagas estão abertas e 60 mil estudantes já se candidataram. Ao todo, até o fim de 2014, serão distribuídas 100 mil vagas.

Segundo Dilma, os alunos classificados dentro das vagas este ano e que não conseguirem a bolsa poderão entrar na segunda edição do programa, que também terá 100 mil vagas. Dilma ainda disse que, no futuro, o Ciências sem Fronteiras pode ter um corte por renda.

 

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Entre os dias 12 e 14 de setembro, Luís Eduardo Magalhães receberá a nata da velocidade na terra, a nível brasileiro e baiano

Os motores vão roncar e a adrenalina tomará conta do circuito Junior Poletto neste final de semana. Entre os dias 12 e 14 de setembro, Luís Eduardo Magalhães receberá a nata da velocidade na terra, a nível brasileiro e baiano. No período acontecem simultaneamente etapas do Campeonato Brasileiro de Superfórmula, da Copa Bahia de Fórmula Turismo e Copa Bahia de Kart Cross. 

Luís Eduardo Magalhães tem hoje 55 pilotos inscritos nestas competições, o que credencia a cidade com maior número de pilotos filiados a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). 

Acontecem simultaneamente etapas do Campeonato Brasileiro de Superfórmula, da Copa Bahia de Fórmula Turismo e Copa Bahia de Kart Cross

Para o prefeito Humberto Santa Cruz é um privilégio para o município sediar competições como esta. “Fizemos o possível para adequar a pista as exigências da CBA. Tudo para que possamos sediar a melhor etapa possível e assim colocar o nome do nosso município definitivamente no calendário do esporte no país”, afirmou. 

As provas valendo troféu acontecem neste sábado e domingo. A premiação será entregue no domingo. O evento é organizado pelo Clube Pilotos do Oeste de Velocidade na Terra que tem como presidente Petras Telles.

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O governador e candidato a reeleição, Zé Filho (PMDB) comentou em entrevista minutos antes do início do debate promovido pela Comradio e Rádio Pioneira, o caso envolvendo o motorista de seu principal adversário, o senador Wellington Dias (PT), que foi detido com R$ 180 mil na Bahia. Zé Filho chamou de “lambança” e disse que o petista “perdeu a oportunidade” de explicar toda esta polêmica.

“Infelizmente o candidato da turma do PT perdeu a oportunidade de explicar essa lambança com dinheiro não declarado e sem origem, envolvendo seu funcionário. Tem sido sempre assim, candidato da turma do PT conta mentiras e foge das perguntas. Alguém que foge do debate não está preparado para governar o estado”, disse o governador.

Quem também comentou a ausência de W.Dias no debate foi o candidato Maklandel Aquino (PSOL). “É muito estranho esse caso envolvendo o funcionário do senador Wellington Dias. Dinheiro para corrupção e compra de voto é o que não se declara a origem. É lamentável que o candidato não esteja aqui no debate. Nos faz pensar que ele fugiu das perguntas que certamente iriam questioná-lo a respeito”, afirmou o candidato.

Lourdes Melo, do PCO, também questionou a ausência do adversário petista e disse que o caso “parece não ter explicação”. “Os candidatos que representam o capitalismo operam em suas eleições comprando o voto e a consciência dos eleitores. Não é de se estranhar que isso esteja acontecendo com o candidato Wellington Dias. Ele não estar aqui para explicar todo também é muito estranho, mas ao que parece isso não tem explicação, a não se a que se imagina”, completou.

SAIBA MAIS SOBRE O CASO

Na tarde de ontem, o motorista do senador Wellington Dias, José Martinho Ferreira de Araújo, foi detido pela Polícia Rodoviária da Bahia depois que R$ 180 mil em espécie foram encontrados escondidos debaixo do banco traseiro de seu veículo. Para a polícia, José Martinho não explicou a origem do dinheiro. O carro, diferente do que foi veiculado pelo 180, não está no nome do senador, e sim de seu motorista. Paulo Fernando de Sousa, que conduzia o veículo no momento da abordagem, apresentou uma CNH falsa e também foi detido.

Servidor (de camisa vermelha com branco) aparece ao lado de W.Dias em fotos postadas em seu Facebook

Fonte: 180graus  

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De acordo com o ministro Admar Gonzaga, aparentemente, houve privilégio na utilização da estrutura do poder público, uma vez que a candidata gravou entrevista com os médicos do programa em Guarulhos (SP)

O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a propaganda de Dilma Rousseff, candidata à reeleição, não deve mais exibir trecho em que ela aparece conversando com profissionais do Programa Mais Médicos.

De acordo com o ministro, aparentemente, houve privilégio na utilização da estrutura do poder público na propaganda, uma vez que a candidata gravou entrevista com os médicos do programa numa Unidade Básica de Saúde (UBS) de Jardim Jacy, em Guarulhos, São Paulo.

“Na perspectiva de um razoável equilíbrio no processo democrático, que já pende fortemente em benefício daqueles que dispõem do poder almejado, entendo ser apropriada ao caso a aplicação do poder geral de cautela, de modo a impedir a reexibição do trecho veiculado”, destacou o relator em sua decisão.

A representação chegou ao TSE por meio da Coligação Muda Brasil, que apoia o candidato Aécio Neves. No processo, a coligação sustenta que a propaganda de Dilma teria desrespeitado o artigo 73 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97), que trata das condutas vedadas aos agentes públicos. Além de pedir punição à candidata, a coligação apontou grave conduta do ministro da Saúde, Artur Chioro, que também participou da gravação do programa, do vice-presidente, Michel Temer, e também dos quatro funcionários da UBS, entre eles dois médicos cubanos.

Conforme argumento da representação, a equipe de Dilma paralisou os serviços de um posto de saúde para gravar a propaganda e utilizou do conjunto do serviço público e de seus servidores em unidade gerida por governo municipal de sua base, uma vez que o prefeito de Guarulhos pertence ao PT (Partido dos Trabalhadores), e também teria utilizado da imagem do programa que pertence ao Governo Federal. Sustenta que o objetivo da propaganda tinha claro fim eleitoral em detrimento do interesse público, o que contraria a legislação.

Na decisão, o ministro Admar Gonzaga ressalta que a representação deve ser direcionada apenas aos agentes públicos, ou seja, Dilma Rousseff, Michel Temer e Artur Chioro. Portanto, os funcionários da unidade de saúde não podem ser questionados por meio desta representação. “A participação no polo passivo deve se limitar aos agentes públicos contra os quais se possa traçar uma responsabilidade objetiva, ou seja, àqueles que, por ação ou omissão, contribuíram para o evento danoso à democracia”, afirmou o relator.

O trecho proibido de ir ao ar tem duração de pouco mais de dois minutos e foi exibido no dia 28 de agosto às 13h e às 20h30 em rede nacional de televisão.

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Ele ocupa a vaga originada com a posse da ministra Maria Thereza de Assis Moura como ministra efetiva da Corte Eleitoral, ocorrida em 2 de setembro

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, deu posse nesta quinta-feira (11) ao ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no cargo de membro substituto da Corte Eleitoral. “Vossa excelência, com certeza, muito contribuirá aqui conosco”, disse o presidente do TSE. A solenidade de posse ocorreu no gabinete da Presidência do Tribunal.

Ao lembrar que o novo ministro já atuou, no passado, como juiz da Justiça Eleitoral, o ministro Dias Toffoli acrescentou que “a Justiça brasileira e a nação brasileira têm em vossa excelência um grande juiz, um professor universitário, um autor de livros jurídicos, um poeta”.

Napoleão Nunes Maia Filho foi eleito em agosto passado pelo STJ para ocupar o cargo de ministro substituto no TSE. Ele ocupa a vaga originada com a posse da ministra Maria Thereza de Assis Moura como ministra efetiva da Corte Eleitoral, ocorrida em 2 de setembro.

Após agradecer aos presentes, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho disse nunca ter pensado, mesmo em seus “devaneios mais exagerados”, que um dia pudesse chegar ao TSE. “Para mim é uma grande surpresa, uma grande honra. Prometo, presidente, que farei tudo que estiver ao meu alcance para estar à altura desta honraria”, disse.

Compareceram à posse diversas autoridades da área jurídica, além do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, e da vice-presidente do STJ, Laurita Vaz.

A missão do ministro substituto do TSE é atuar nas sessões em que os ministros titulares provenientes do STJ, João Otávio Noronha e Maria Thereza, estiverem ausentes ou se considerem impedidos para julgar. Com a posse de hoje, são ministros substitutos no Tribunal, pela representação do STJ, os ministros Herman Benjamin e Napoleão Nunes Maia.

Perfil

O ministro Napoleão Nunes Maia Filho é mestre em Direito pela Faculdade de Direito do Ceará (UFC). É ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) desde 23 de maio de 2007. Entre outros cargos na magistratura, foi desembargador federal e vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Graduado pela Faculdade de Direito do Ceará em 1971, sua formação acadêmica inclui mestrado e títulos como livre docente em Direito Público e notório saber jurídico. Ainda no Ceará atuou como professor e orientador de mestrado na faculdade federal daquele estado.

Na magistratura, destacou-se como juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará e desembargador da Justiça Federal da 5ª Região.

É autor de várias publicações sobre Direito Civil, Constitucional e Processual, além de livros de poemas. Também é integrante da Academia Cearense de Letras.

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Para uma plateia de jovens, o tucano disse que cabe à juventude escolher um caminho e lutar por ele

O senador Aécio Neves cumpriu agenda de campanha na noite desta quinta-feira (11/9) em Belo Horizonte. Em evento para a juventude, o senador usou discurso menos formal e conclamou os presentes para se empenharem nas eleições. Segundo Aécio a eleição está “zerada” e sem nenhum voto nas urnas e cabe aos jovens escolher um caminho e lutar por ele. Ainda conforme o tucano, ele se tornou candidato ao governo do estado de forma natural, após ter sido presidente da Câmara do Deputados. “Me elegi com votação extraordinária sem prometer nada que não pudesse cumprir”, disse. Segundo a assessoria do candidato mais de 1000 jovens participaram da plateia, formada principalmente pela juventude tucana e por jovens de programas sociais do governo do estado.

Aécio Neves relembrou o início de seu mandato como governador de Minas e disse que “pegou o estado quebrado” e governou “com os melhores. “Vou fazer aquilo que eu sempre fiz, a boa política, a política como instrumento de transformação da vida das pessoas”, discursou.

Sobre a disputa ao governo do estado, Aécio Neves fez questão de pedir votos para Pimenta da Veiga (PSDB). O candidato tucano tem aparecido atrás do adversário petista, Fernando Pimentel, nas pequisas de intenção de voto. “Não estou aqui para pedir seu voto para para presidente da República, mas para dizer que Pimenta é quem encarna os valores para continuar os avanços que fizemos em Minas”, disse.

Ao final do encontro, questionado sobre a possibilidade de apoiar a senadora Marina Silva em um eventual segundo turno, o tucano rejeitou a hipótese. “Eu vou estar no segundo turno, só cabem dois. Eu vou estar lá e só não sei com qual delas”, afirmou o tucano, acrescentando ainda que está chegando a “onda da razão”, e com ela o cenário eleitoral vai virar.

Mais cedo, Aécio esteve em Montes Claros, no Norte de Minas. Em seu discurso, o tucano lembrou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou medida provisória "no apagar das luzes" de seu governo concedendo benefícios tributários para que uma nova fábrica da Fiat, inicialmente prevista para ser construída em Minas, fosse transferida para Pernambuco - então governado por Eduardo Campos, que na ocasião era aliado do governo federal.

O presidenciável, que classificou a MP como uma "traição a Minas", ressaltou ainda que uma emenda estendia os incentivos fiscais para o norte mineiro e o Vale do Jequitinhonha. "A presidente Dilma Rousseff, que veio aqui com sorriso pedir o voto de vocês, vetou esse artigo", salientou, referindo-se a uma visita da petista e de Lula à mesma cidade em agosto passado.

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Ele estava acompanhado de motorista que usava CNH falsa. Dinheiro estava escondido debaixo de banco

O dinheiro estava escondido debaixo do banco traseiro 

Na tarde desta quinta-feira 11, por volta das 15h, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, durante uma fiscalização de rotina em frente à delegacia 10/10, uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa e uma grande quantia em dinheiro.

Após abordarem o condutor de um veículo Fiat Pálio Weekend, com placa de Brasília/DF, os policiais rodoviários descobriram que a CNH do mesmo era falsa.

A PRF então fez uma revista minuciosa no carro, onde descobriu debaixo do banco traseiro uma grande quantia em dinheiro, sendo todas em notas de R$ 100, totalizando a quantia de R$ 180 mil.

O carona do veículo, José Martinho Ferreira de Araújo, se identificou como dono do dinheiro e do carro. Ele contou que seguia para o interior do estado do Piauí, onde compraria algumas terras. Depois ele se identificouu como sendo funcionário do senador Wellington Dias (PT-PI), que também é candidato ao governo daquele estado.

Os dois foram conduzidos para o complexo policial, onde Martinho terá que comprovar a origem do dinheiro para prosseguir viagem. Já o motorista, que não teve o nome revelado, responderá por falsificação de documento público.

Senador

A assessoria de comunicação do senador Wellington Dias divulgou uma nota através do portal O Dia, na qual confirma que José Martinho Ferreira de Araújo é servidor do Senado. Mas esclarece que ele está de férias atualmente, e, portanto, não se encontrava a serviço do petista.

Senador Wellington Dias também é candidato ao governo do estado do Piauí

Confira a nota:

"O senador Wellington Dias (PT-PI) esclarece que não tem qualquer relação com o fato ocorrido no município de Barreiras, na Bahia, envolvendo o senhor José Martinho Ferreira de Araújo, servidor do Senado Federal, que, no momento do fato noticiado, se encontra de férias das suas funções, estando, portanto, em viagem pessoal sem qualquer ligação com a atividade do Senado ou do próprio senador".

Nomeado

Martinho foi nomeado no dia 1º de fevereiro de 2011 para o cargo de motorista do Senado Federal, com lotação no gabinete de Wellington Dias

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O levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) revela que o sistema tributário brasileiro pune mais os negros e as mulheres em relação aos brancos e aos homens

A necessidade de uma reforma tributária é quase unanimidade e aparece nos programas de dez dos 11 candidatos à Presidência da República. Em geral, as propostas apresentadas à Justiça Eleitoral convergem para a necessidade de reduzir impostos e desafogar setores produtivos estratégicos. Há ainda os candidatos que defendem ações em prol do trabalhador e das classes mais pobres.

Levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), publicado nesta quinta-feira (11/9) pela Agência Brasil, revela que o sistema tributário brasileiro pune mais os negros e as mulheres em relação aos brancos e aos homens. Segundo o levantamento, os 10% mais pobres comprometem 32% da renda com o pagamento de tributos. Para os 10% mais ricos, o peso dos tributos cai para 21%.

“Não há dúvida de que a mulher negra é a mais punida pelo sistema tributário brasileiro, enquanto o homem branco é o mais favorecido”, diz o autor do estudo, Evilásio Salvador. Para ele, é falsa a ideia de que a tributação brasileira é neutra em relação a raça e gênero. “Como a base da pirâmide social é composta por negros e mulheres, a elevada carga tributária onera fortemente esse segmento da população”, contesta.

Confira a proposta de cada candidato para a questão tributária:
Aécio Neves (PSDB)
 defende uma reforma tributária para fortalecer a Federação, simplificar o sistema tributário e reduzir o custo Brasil, aumentando a produtividade e gerando mais empregos. Para o candidato tucano, a redução de impostos tem que beneficiar setores e ser estendida para as exportações. “Aumentar a carga tributária deixou de ser uma opção viável para o financiamento das políticas públicas, mas há espaço para uma melhoria substancial no nosso sistema tributário, que é extremamente complexo e distorcido”, destacou. Um dos exemplos citados no programa de Aécio é o número elevado de impostos e contribuições, que, segundo ele, apenas aumentam a burocracia e o custo das empresas. Além da simplificação, o presidenciável quer agilizar o aproveitamento dos saldos credores acumulados com o Fisco e instituir um cadastro único para pessoas físicas e jurídicas.

Dilma Rousseff (PT)
 destacou que a política econômica de seu governo foi erguida sobre “a solidez da condução da política econômica e a criação e fortalecimento de um grande mercado de consumo de massas”. Segundo ela, uma das bases de sua política macroeconômica foi criar condições para redução sustentável das taxas de juros e manter o rigor da gestão fiscal. Além desses elementos, Dilma ainda destacou as desonerações tributárias como as da cesta básica e da folha de pagamentos, e a redução dos custos de produção. Em uma possível reeleição, a candidata afirma que vai avançar na desburocratização de processos e procedimentos nos negócios, incluindo “ampla” simplificação tributária e redução de custos financeiros e de insumos.

Eduardo Jorge (PV) assumiu o compromisso de não aumentar a carga tributária e estudar formas de procurar reduzi-la. Em um tom mais moderado, o ambientalista destacou que, com o tempo, será possível avaliar o desempenho da economia e propor a redução de alíquotas para diminuir a carga tributária e aumentar a competitividade nacional sem prejudicar serviços públicos.

Eymael (PSDC) defende a formulação e aplicação de uma política econômica voltada para a geração de empregos e promete incentivar setores como o da construção civil com uma política tributária específica e políticas de desenvolvimento urbano e saneamento básico. Segundo ele, é preciso promover uma reforma do sistema tributário, simplificando os tributos e reduzindo a carga de impostos cobradas dos setores produtivos, respeitando a capacidade contributiva.

Levy Fidelix (PRTB) promete uma ampla reforma financeiro-tributária buscando maior equilíbrio do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A proposta do presidenciável é reduzir a carga tributária cobrada de setores produtivos que geram renda e emprego, reduzir burocracia e intervencionismo do Estado nas atividades. “Os juros não serão mais motivo de tolher o crescimento do país ou controlar a inflação. Ao contrário, a produção e produtividade passarão a ser seu referencial maior”, destacou. O candidato defende um Estado focado na competição e na liberdade de produção.

Luciana Genro (PSOL) coloca o combate à concentração de renda e às desigualdades do país no centro de seu programa de governo e afirma que é preciso enfrentar o problema da dívida pública a partir de uma reforma tributária profunda. Entre as medidas propostas, Luciana diz que vai mudar a estrutura tributária, de regressiva para progressiva, e substituir o atual sistema de alíquotas fazendo com que os ricos paguem proporcionalmente mais impostos do que a classe média e os pobres. Para a candidata, é preciso desonerar a renda dos pobres e da classe média eliminando cobranças sobre a folha de pagamento e reduzindo o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de setores de bens de consumo duráveis e dos setores em que há baixa concorrência. Luciana Genro também promete buscar uma equação que faça com que a tributação sobre os rendimentos do capital seja maior que a tributação sobre os rendimentos do trabalho e promete eliminar subsídios em financiamentos para projetos de investimento de grandes empresas e grupos econômicos. Para a candidata, as empresas estrangeiras que operam no país não devem ser financiadas com recursos públicos.

Marina Silva (PSB)
 se compromete a não elevar a carga tributária e promete reduzir impostos sobre faturamento de empresas e desonerar investimentos. A ex-senadora, que defende o fim da guerra fiscal, garantiu que a reforma tributária será a principal política para mudar o cenário de conflito entre estados, com a participação das três esferas de governo nas receitas totais do país e a descentralização das receitas tributárias para estados e municípios, aumentando as transferências de recursos fundo a fundo. Marina pretende ainda incluir setores do comércio e de serviços nos programas de promoção de desenvolvimento, como nas linhas especiais de crédito do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Nordeste e do Banco da Amazônia.

Mauro Iasi (PCB)
 não aponta diretrizes específicas para a questão tributária.

Pastor Everaldo (PSC) quer tanto a reforma tributária quanto um novo pacto federativo para aumentar as competências estaduais e municipais. A proposta do candidato é vincular receitas da União diretamente para estados e municípios e estabelecer outras ações para descentralizar administrativamente o país.

Rui Costa Pimenta (PCO) afirma que os banqueiros viveram um período de “alegria” nos últimos anos, “com as mais altas taxas de juros do mundo das dividas públicas interna e externa”. Pimenta defende, entre as mudanças propostas, o fim dos impostos cobrados sobre a renda de trabalhadores e o consumo da população e a taxação dos imóveis de luxo, vagos e de aluguel. Segundo ele, é preciso estatizar o sistema financeiro e criar um banco estatal único sob o controle dos trabalhadores, crédito subsidiado para o consumo e para pequenas empresas e perdoar dívidas das pequenas empresas e dos consumidores endividados pelo Plano Real.

Zé Maria (PSTU) promete estatizar todo o sistema financeiro, “acabando com a farra dos bancos que lucram ao custo do endividamento dos mais pobres”. Para o candidato, é possível acabar com os juros, manter o controle de capitais externos e impedir a fuga do capital especulativo e a remessa de lucros das grandes multinacionais.

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